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De volta aos Jogos, Jade se emociona com classificação da equipe do Brasil


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Esta postagem foi publicada em 18 de abril de 2016 Esportes, Esportes Total.


Após ficar fora das Olimpíadas de 2012, ginasta não segura choro após vaga para o Rio 2016 e ressalta esforço em treinos: “Nossa família sabe o quanto que foi duro”

Segurar lágrimas nunca foi uma característica forte de Jade Barbosa. Desde menina, quando surgiu para a ginástica artística, sempre teve dificuldade para esconder ou conter suas emoções dentro das competições. Por ser uma das mais experientes da equipe brasileira no evento-teste, teve que, de certa forma, controlar os nervos durante a passagem pelos quatro aparelhos e, principalmente, passar confiança para as companheiras mais novas. Após o fim da apresentação e a certeza de que a vaga para os Jogos Olímpicos do Rio estava assegurada, não pôde conter mais. Abraçou as amigas e falou ao telefone com seu pai. Aquela Jade conhecida pelos sentimentos à flor da pele se permitiu novamente se emocionar.

– Quando meu pai falou que ia assistir, pedi para não aparecer, não levantar. Só no final vou falar com você (risos). Não vi meu pai nenhum momento. Se não, a gente acha que é uma competição brasileira. Queria realmente que fosse nossa preparação. Falei com ele depois. Nossa família sabe o quanto que foi duro para a gente, sem natal, nem ano novo. Tudo para estar aqui hoje – disse a ginasta, que volta à Arena Olímpica nesta segunda-feira, para a final da trave. O GloboEsporte.com acompanha as finais por aparelhos do evento-teste em tempo real a partir da 13h.

Depois de bater na trave no Mundial do ano passado, a equipe brasileira de ginástica feminina tinha no evento-teste da Arena Olímpica da Barra sua última chance de classificar para os Jogos Olímpicos do Rio 2016. Em uma apresentação com poucas quedas e marcada pelo apoio intenso da torcida presente, as meninas somaram 226,477 pontos e garantiram o 1º lugar na disputa. Ao todo quatro das oito equipes femininas carimbaram presença neste domingo.

Ao lado de Daniele Hypolito, Jade fez questão de conversar e acalmar as companheiras ao longo da competição. Sabe que meninas como Rebeca Andrade e Flavia Saraiva, que ainda tem 16 anos, estão pegando experiência quando o assunto é competição importante e, principalmente, decisiva. Confessou que ela mesma sentiu a tensão antes de subir no tablado e, após a missão cumprida, enalteceu também o apoio da torcida.

– Ontem foi difícil dormir. Mas deu tudo certo. Não tinha como ter sido melhor. Fiquei de cara com a reação do público. Eles respeitaram muito o momento da gente. Parece que estavam sentindo a ginástica. Isso é muito importante para a gente.

Ginástica artística- evento teste- seleção faz grande apresentação (Foto: Ricardo Bufolin/CBG)Dani, Flávia, Rebeca, Jade, Carol e Lorrane classificaram o Brasil para os Jogos (Foto: Ricardo Bufolin/CBG)

A classificação olímpica tem um sabor especial. A atleta, que disputou os Jogos de Pequim 2008, ficou fora de Londres 2012 pouco antes da disputa. Um problema envolvendo patrocinadores a tirou da competição. Não por acaso, decidiu usar no evento um colar novo, que ganhou de uma amiga, que trazia os anéis olímpicos para perto.

– Sempre foi meu sonho ter um colar das Olimpíadas. Ganhei uma semana antes do evento-teste. Até usei antes, mas até falei que agora tenho certeza que posso usar – disse, após a competição

Do ponto de vista individual, acredita que, com a vaga da equipe assegurada, poderá trabalhar melhor e mais intensamente o que considera ser suas especialidades. Pretende trabalhar seu segundo salto, aparelho em que foi medalhista de bronze no Mundial de 2010 e deseja alcançar uma final no Rio.

– Agora vou começar a treinar meu segundo salto. Porque eu não vinha treinando justamente para fazer um. Porque, imagina, existe a ordem do salto. Em salto demora um tempo. Se cada uma for fazer dois, demora muito tempo, e a outra que for fazer já desaquece. É um aparelho que tem que fazer uma boa chegada – disse Jade, lembrando que para brigar por final individual no aparelho, precisa fazer dois saltos.

Jade Barbosa após a apresentação da equipe no evento-teste (Foto: Ricardo Bufolin/CBG)Jade Barbosa, após a classificação da equipe no evento-teste (Foto: Ricardo Bufolin/CBG)
   


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