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É ouro! Thiago Braz se reinventa no Rio e troca pressão por topo do pódio


Thiago Da Silva of Brazil competes in the men's pole vault event during the IAAF World Indoor Athletics Championships in Portland, Oregon March 17, 2016. REUTERS/Lucy Nicholson

Esta postagem foi publicada em 16 de agosto de 2016 Esportes, Slide de Notícias.


A voz tranquila de Thiago Braz podia até disfarçar à primeira vista, mas a verdade é que o brasileiro travava uma guerra constante contra sua mente. Bem antes desta noite, o medo de fracassar vinha sendo a maior armadilha, na qual ele caiu algumas vezes. Mas quis o destino que a confiança viesse no momento e no local certos, justo diante da maior pressão de toda sua vida. Aquele menino inseguro que foi abandonado pela mãe na infância foi acolhido de forma calorosa pela torcida do Engenhão. Foi mágico ver o jovem de Marília superando o sarrafo como se estivesse respondendo a quem duvidou. O então recordista sul-americano enterrou todos os fantasmas, se reinventou saltando impressionantes 6,03m para levar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio.

Foi com dose de emoção. O ouro só veio no último salto. Pela primeira vez passou a marca de seis metros (o primeiro atleta do continente a fazê-lo, estabelecendo o novo recorde olímpico). Viu o até então campeão olímpico e recordista mundial indoor, o francês Renaud Lavillenie, sucumbir com cara de espanto e levar prata com 5,98m. O bronze ficou com o americano Sam Kendricks, com 5,85m.

A pressão parecia um fantasma a acompanhar o brasileiro nas grandes competições. Quando não havia torcida ou câmeras por perto, ele brilhava. Melhorava as próprias marcas, quebrava o recorde sul-americano. Criava expectativa e depois se frustrava. No Pan de Toronto, zerou todos os saltos. No Mundial de Pequim, um mês depois, ficou em apenas 19º lugar e não passou à final. No Mundial indoor de Portland, no início deste ano, acertou apenas um salto e deu adeus precocemente. O próprio Lavillenie colocou em xeque sua capacidade de vencer.

No Rio,o cenário trouxe uma tensão a mais que não estava nos planos. Antes da prova, um vento nada propício balançava as bandeiras expostas na cobertura do Engenhão. Após 10 minutos do início da competição, um chuva forte tratou de interromper e adiar a final. Como se não bastasse, o equipamento que muda a altura do sarrafo voltou a dar problema, e a prova foi novamente paralisada. Thiago esperou duas horas para dar seu primeiro salto.

A prova

Apenas o brasileiro e Renaud Lavillenie descartaram a marca 5,50m. O francês ainda foi além, abriu sua participação somente a 5,75m – passando sem sustos. Thiago iniciou a 5,65m e deu um salto para o alívio ao passar de primeira. A partir daí, viu o atual campeão mundial Shawnacy Barber, do Canadá, errar suas três tentativas na marca e dar adeus. Aliás, viu que a partir dali só restavam mais seis competidores.

Ao tentar passar pelo sarrafo a 5,75m, derrubou na primeira tentativa. Fosse aquele Thiago que sucumbia diante da adversidade, talvez teria chegado o fim. Mas a nova versão do brasileiro tentou o segundo salto pouco depois e, desta vez, passou.

   


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